
Segundo informou The Wall Street Journal, a informação foi revelada por fontes cientes dos planos de Google e apesar de que não foi confirmada oficialmente pela companhia, são consistentes com os anúncios feitos nos últimos meses por esse gigante de Silicon Valley.
O futuro dispositivo de entretenimento doméstico tem como objetivo principal a reprodução de música alojada nos servidores de Google e transmitida a uns alto-falantes de forma inalámbrica desde tablets ou smartphones, embora não revelou se o sistema só funcionará com sistema operativo Android.
Em uma seguinte fase, o aparelho de Google poderia reproduzir em lares outros formatos digitais, como vídeos, segundo o diário.
O surgimento de Google nas casas não é nova, embora a empresa até agora tinha confiado em fabricantes de eletrônica para fazer chegar seus produtos, tais como Logitech e sua caixa Revue, que leva Google TV aos televisores; ou companhias como Sony, que integraram Google TV em seus aparelhos.
O mesmo ocorre no mercado da telefonia de alta gama, onde Android, sistema operativo criado por Google, é o software predominante enquanto a empresa oferece gratuitamente aos fabricantes de terminais como Samsung ou HTC, que comercializam a tecnologia com sua marca.
A decisão de vender dispositivos próprios acercaria a estratégia de Google à que tanto sucesso lhe supôs a Apple, cujo iPhone é o modelo de smartphone mais vendido e o mesmo ocorre com seu tablet iPad.
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