“Queremos construir grandes produtos que mudem realmente as vidas das pessoas, produtos que elas usem duas ou três vezes por dia. Para sermos bem-sucedidos, temos de nos concentrar e pensar mesmo naquilo em que estamos a trabalhar e, igualmente importante, no que não estamos a trabalhar”, começa por explicar Bradley Horowitz, vice-presidente do Google para os produtos, no blogue da empresa.
O gigante norte-americano vai deixar cair primeiro o Google Buzz, uma tentativa falhada da empresa para ombrear, ao mesmo tempo, com o Facebook e o Twitter. Foi lançado em Fevereiro de 2010, não conseguiu impor-se e sai de cena dentro de “algumas semanas”. O prazo impreciso é dado pelo próprio Bradley Horowitz, que sublinha que o conteúdo partilhado nessa rede vai continuar disponível nas páginas pessoais de cada utilizador.
Esta é uma morte anunciada desde que o Google+ foi publicitado e, em Junho último, aberto ao público (ainda que apenas por convite). A relação entre o início de um e o fim do outro é admitida por Horowitz, no mesmo texto, onde escreve que o encerramento do Buzz acontece para a empresa se “concentrar” no Google+.
Há cerca de um mês, o Google anunciou que, apesar de a fase experimental ainda não ter chegado ao fim, os novos utilizadores do Google+ deixavam de precisar de convite para entrarem naquela rede social. Na passada quinta-feira, o presidente executivo da empresa, Larry Page, fez saber que o Google+ já tinha atraído 40 milhões de registos – sublinhando a “velocidade incrível” a que a rede está a crescer.
Apesar de os estudos que indicam uma queda na actividade do Google+, como o que foi divulgado na semana passada pela Chitika, a empresa está a apostar forte nesse novo produto. É também essa a razão apontada para acabar com as ferramentas características das redes sociais que figuram no iGoogle (o produto é alterado, mas mantém-se), assim como com o Jaiku, produto de origem finlandesa comprado pelo Google em 2007 para ser usado como alternativa ao Twitter.
A empresa vai manter estes serviços até 15 de Janeiro de 2012. Depois, são descontinuados. É a mesma data escolhida para o encerrar o Code Search, um motor de pesquisa vocacionado para códigos abertos disponibilizados online, e o programa que permitia que um “pequeno número” de investigadores académicos tivessem acesso aos resultados das pesquisas no Google – o University Research Program for Google Search.
O gigante norte-americano vai deixar cair primeiro o Google Buzz, uma tentativa falhada da empresa para ombrear, ao mesmo tempo, com o Facebook e o Twitter. Foi lançado em Fevereiro de 2010, não conseguiu impor-se e sai de cena dentro de “algumas semanas”. O prazo impreciso é dado pelo próprio Bradley Horowitz, que sublinha que o conteúdo partilhado nessa rede vai continuar disponível nas páginas pessoais de cada utilizador.
Esta é uma morte anunciada desde que o Google+ foi publicitado e, em Junho último, aberto ao público (ainda que apenas por convite). A relação entre o início de um e o fim do outro é admitida por Horowitz, no mesmo texto, onde escreve que o encerramento do Buzz acontece para a empresa se “concentrar” no Google+.
Há cerca de um mês, o Google anunciou que, apesar de a fase experimental ainda não ter chegado ao fim, os novos utilizadores do Google+ deixavam de precisar de convite para entrarem naquela rede social. Na passada quinta-feira, o presidente executivo da empresa, Larry Page, fez saber que o Google+ já tinha atraído 40 milhões de registos – sublinhando a “velocidade incrível” a que a rede está a crescer.
Apesar de os estudos que indicam uma queda na actividade do Google+, como o que foi divulgado na semana passada pela Chitika, a empresa está a apostar forte nesse novo produto. É também essa a razão apontada para acabar com as ferramentas características das redes sociais que figuram no iGoogle (o produto é alterado, mas mantém-se), assim como com o Jaiku, produto de origem finlandesa comprado pelo Google em 2007 para ser usado como alternativa ao Twitter.
A empresa vai manter estes serviços até 15 de Janeiro de 2012. Depois, são descontinuados. É a mesma data escolhida para o encerrar o Code Search, um motor de pesquisa vocacionado para códigos abertos disponibilizados online, e o programa que permitia que um “pequeno número” de investigadores académicos tivessem acesso aos resultados das pesquisas no Google – o University Research Program for Google Search.
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