segunda-feira, 18 de julho de 2011

Rede de farmácias amplia presença na Capital Gaúcha

Trajetória da São João começou na década de 1970

 

Emílio Pedroso / Agencia RBSFoi inspirada no padroeiro religioso de uma pequena cidade do interior que a rede Farmácias São João escolheu o nome que décadas depois viria a se tornar uma das potências do setor farmacêutico no Rio Grande do Sul. Presente em 120 municípios gaúchos e catarinenses, com 220 lojas próprias, a marca expandiu-se para a região Metropolitana nos últimos anos e, agora, prepara-se para explorar com força o mercado da Capital.

As estratégias da segunda maior empresa do segmento no Estado são ancoradas na percepção do empresário Pedro Henrique Kappaum Brair, 50 anos, que ergueu um império de farmácias ao gerar 3,5 mil empregos e atender quase dois milhões de clientes por mês.

A trajetória da São João começou no final da década de 70, quando Brair, então auxiliar de enfermagem, abriu a primeira farmácia, no município de Campo Novo, próximo a Três Passos. Após três anos, estendeu o negócio para a cidade natal de Santo Augusto, na região das Missões.

Por uma década, o empresário manteve as duas lojas, enquanto juntava capital e planejava a sonhada expansão. A aposta deu-se então em Nova Prata, cidade que, coincidentemente, tinha o mesmo padroeiro de Santo Augusto: São João. Naquele momento, o nome Drogafar era deixado para trás para uma nova trajetória empresarial despontar.

Quando a rede passou da marca de 10 filiais, a sede administrativa foi transferida para Passo Fundo, em uma medida estratégica para começar a atingir centros maiores.

— No início dos anos 2000, começamos a dar forma a um plano ousado, com pesquisas de mercado e aquisições — conta o presidente das Farmácias São João. 

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